Adam Levine, vocalista do Maroon 5 (Foto:Stephan Solon/ Divulgação)
As milhares de pessoas cantando "She Will Be Loved" no Rock in Rio 2011, que aconteceu em setembro do ano passado, não foram suficientes para a banda Maroon 5. Os californianos desembarcaram mais uma vez no Brasil neste final de semana, para shows em Curitiba (24), Rio de Janeiro (25) e São Paulo (26), e repetiram o sucesso da apresentação.
Neste domingo, Adam Levine e companhia subiram ao palco da Arena Anhembi, em São Paulo, e cantaram para cerca de 30 mil pessoas. A animação da plateia, que curtiu uma abertura incrível feita pelos britânicos da Keane, se estendeu por quase 1h45 de Maroon 5. O início do show teve o típico toque de telefone, referência à atual música de trabalho, "Payphone" (traduzido para o português como 'Orelhão'), que tem participação do rapper Wiz Khalifa.
Apesar de um começo de show mais frio, o público se manteve animado, dando confiança ao vocalista. Já em "Makes Me Wonder", segunda música do setlist, a banda 'esquentou' e os fãs puderam ver Adam Levine em sua melhor forma: dançando 'daquele' jeito que tanto tira as mulheres do sério, soltando seus gritinhos charmosos e brincando com a plateia.
Adam Levine, vocalista do Maroon 5 (Foto: Stephan Solon/ Divulgação)
Com músicas do novo disco, 'Overexposed', o Maroon 5 mostrou que é sim uma das bandas que mais emplacam sucessos no cenário pop atual. Hits do 4º álbum que mal chegaram nas rádios foram cantados aos gritos pelos fãs. A agitada "Lucky Strike", por exemplo, foi uma das performances mais aplaudidas e dançadas por quem foi ao show.
A banda também provou ter usado os lucros da última turnê para dar uma cara nova ao show. Os telões e o palco tinham uma decoração mais detalhada desta vez. Além disso, a Maroon 5 também buscou referências musicais que mesclaram perfeitamente com o estilo da banda: na apresentação, por exemplo, Adam Levine cantou trechos de sucessos de Michael Jackson e Justin Timberlake.
E com carisma e bom espetáculo, a Maroon 5 transformou o domingo à noite de muita gente. Aliás, nem pareceu domingo.
